Reunidas no último dia do retiro. Um pedacinho da paisagem da mãe natureza que nos ajudou a rezar durante os dias em aqui ficamos. Somos gratas!
30/07/2017
25/07/2017
RETIRO
Nos dias 24 a 29/07/17, acontece o retiro da Congregação das Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial - IFP, no Centro Trinitário de Revitalização - Massaranduba, SC. No decorrer somos motivadas pelo facilitador Frei Vanildo Zugno, a refletirmos os cinco sentidos, tato, olfato, audição, paladar e visão. O local/espaço está sendo um ambiente propicio que possiblita a interiorização a partir de nossa vida, iluminação biblica e Escritos e Biografias de São Francisco. Que Deus nos ajude a fortalecer a nossa espiritualidade! PAZ e BEM!
23/07/2017
Paz e bem, gente amada!
É com encanto e alegria que descrevo um pouquinho da minha experiência de um ano que estou a viver aqui em Angola-África
“Vim aqui como quem nada sabe, que tem poucas verdades, foi assim que eu vim”. (Jorge Trevisol)
De repente me dou conta que logo mais, no dia dois de julho, já faz um ano que saí do Brasil e vim parar nas terras da Mama África. Era o dia três de julho, quando pisei este chão sagrado mais precisamente do Kalawenda, Cazenga- Angola. Ainda no aeroporto, quando saímos, fomos recepcionadas pelas irmãs e ao mesmo tempo o irmão sol já nos mostrava os seus primeiros raios, um vento suave pairava sobre a imensa cidade de Luanda, o tempo também parecia nos desejar boas-vindas! A emoção foi muito grande!
Neste quase um ano aqui, tenho vivido experiências profundas, tenho me reencontrado como vocacionada à vida religiosa consagrada. Os testemunhos de resistência, fé e esperança que move o povo angolano é algo indescritível, só é possível sentir. Tenho aprendido diariamente que preciso colocar meus passos para fazer caminhos, junto com as amadas Irmãs e jovens postulantes Catequistas Franciscanas e junto com as pessoas que Deus vai nos oferecendo como presentes.
19/07/2017
NA ESCUTA DO CLAMOR, UM SERVIÇO À VIDA!
PAZ e BEM! Um tempo que se chama ontem, hoje e amanhã. No tempo de 1957, no bojo das mudanças trazidas pelos ventos do Concílio Vaticano II, em Ipoméia/SC, a brisa da busca, que já havia circulado por vários lugares, soprou forte e ousadamente a energia da Divina Rhuar no coração de duas mulheres que ali chegam, acampam e armam sua Tenda. Desta sensibilidade em acolher as provocações, tem início o pequeno grupo que foi chamado de Irmãs Franciscanas da Ação Católica. Na continuidade da escuta aos apelos e necessidades, foi se resinificando e atualizando para as que somos hoje: Congregação das Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial – IFAP.
Ontem IFAC, viveu o processo de iniciar tudo: casa para morar, comida para o sustento, estudos para se qualificar, Espiritualidade para purificar, Carisma para construir e consolidar com a especificidade da nossa missão, sonhos a realizar, dentre outros desafios. Mas, processos são feitos, “o caminho se faz ao caminhar”, e muitas pessoas estiveram presentes e colaboraram, e assim chegamos até aqui. A nossa gratidão tem o sabor de memória agradecida a todas estas pessoas, e são muitas. Nomeamos dentre elas as fundadoras irmãs: Ida Meneguelli e Benigna Bovolenta, bem como e às demais que já estão na glória de Deus. Agradecidas igualmente a D. Daniel Hostin, bispo que nos acolheu aqui em Lages. E como deixar de dizer a nossa eterna gratidão ao nosso querido D. Oneres? Ele que fez conosco esta caminhada de 60 anos e foi nosso grande: amigo, irmão, companheiro e pastor. Sua relação conosco foi com este peculiar carinho: “a nossa Congregação”. Por tudo e para sempre agradecemos. Continuem a nos abençoar e soprar em nossos corações os ventos das mudanças necessárias, para que possamos manter a fidelidade ao “ponto de partida”. Agradecimentos infinitos a cada uma das irmãs que hoje vivem o Carisma.
Hoje em 2017, quando em 25 de setembro, celebraremos nossos 60 anos de Vida e História, queremos sim beber na fonte, e com o coração agradecido resignificar nosso Ser, nossa Missão/Carisma, para podermos continuar sendo sacudidas pelos ventos que a realidade e o Papa Francisco nos desafiam: Sermos Mulheres em saída, que como Maria se apressam em Primeirar. Mulheres que como afirma nosso Carisma se dispõem ao: “Seguimento de Jesus Cristo Pobre e libertador (Lc.4, 18-21) Participando da missão evangelizadora da Igreja, contribuindo na formação e animação, de comunidades eclesiais, com novas relações especialmente de gênero, preferencialmente onde a realidade mostre abandono e a vida esteja ameaçada, em vista do Reino de Deus”. Queremos do nosso jeito também fazer eco à recomendação que o Papa fez em Santa Cruz de La Sierra no II Encontro do Movimentos Populares. “O futuro da humanidade está fundamentalmente nas mãos dos povos. Estou com vocês! Nenhuma família sem Teto, nenhum camponês sem Terra, nenhum trabalhador sem Direitos(...) Continuem com a luta e por favor cuidem da Mãe Terra”. Temos consciência que é urgente a retomada deste cuidado planetário, pois quem mais sofre com esta devastação são os pobres, especialmente as mulheres, e as pessoas excluídas. Estendemos nossa carinhosa gratidão, também aos familiares, comunidades, amigas/os, Movimentos Populares, outras Congregações, as dioceses e de modo especial à de Lages pela sintonia neste fazer caminho. Portanto, a você que conosco assume a luta pela Vida nosso carinho, agradecimentos, e continuamos contando convosco. Venha celebrar e render graças ao “Altíssimo Onipotente e Bom Senhor”, na celebração Eucarística, na paróquia/Santuário S. Judas Tadeu/Lages, dia 19 de setembro de 2017, as 9h. Com S. Clara e S. Francisco, venha conosco para reafirmarmos: “Não perca de vista seu ponto de partida”. A Missão chama toda pessoa batizada a somar conosco.
Gratidão e carinho sempre. Ir. Irdes Lúcia Guadagnin - IFAP
13/07/2017
Família IFAP, em São José do Cerrito
Nesta sintonia e alegria do encontro, do resgate da história IFAP, na comunidade São Pedro em São José do Cerrito, nos reunimos em família IFAP, para partilharmos nossa vida vivida ao longo destes 60 anos. Obrigada, pela vida feita presente entre nós e fazerem parte desta história.
Que a mãe Aparecida, São Francisco e Santa Clara, nos ilumine e que o Deus da vida, nos continue abençoando.
PAZ E BEM!
04/07/2017
Templo, Tenda, Teimosia
“Somos povo em travessia, no deserto a caminhar...”
A diocese
de Lages, há alguns meses, vive um tempo de travessia. Em sua meditação
quaresmal, Dom Nelson exortou os padres reunidos no dia 28 de março: “é hora de
fazer a travessia na diocese...ouvir o que o Espírito diz à igreja que está em
Lages”. Lembrou-nos que “a travessia não
é fácil...há sombras que nos amedrontam”. Neste tempo, devemos decidir entre o
“murmurar” e o “fazer acontecer”, pois “a travessia exige mudança, renovação,
novos métodos e novas estruturas”.
Dom Oneres
percorreu conosco esta travessia por longos anos. Mesmo depois de ter sido
feito “emérito”, ainda era lembrado pelo povo simples de nossas comunidades
como o “nosso bispo”. A sabedoria dos pequeninos sabe que “nosso” é muito mais
que “emérito”. Entre as luzes e sombras do caminho, Dom Oneres partiu para
outras veredas no dia 27 de junho. Não por acaso, no mesmo dia em que Irmã
Jandira Bettoni fazia sua travessia pascal, há 23 anos. No mesmo dia 27 de
junho, em 1984, um grave acidente na avenida Cará, interrompia mais um dia de
missão daquela que escolheu como lema de vida: “O caminho é você caminhando” e
construiu esse caminho junto às pessoas mais empobrecidas da região serrana.
Oneres, padre, foi aprendiz neste caminho com Jandira, a equipe de coordenação
diocesana de pastoral, as irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial (IFAP), @s
agentes da Comissão Pastoral da Terra (CPT), as famílias atingidas pelas
barragens, @s militantes do Movimento dos Trabalhador@s Sem Terra (MST) e do
Movimento de Mulheres Camponesas (MMC).
15/05/2017
Ação Solidária!!!
Querid@s irmãos e irmãs, estamos vivendo num período de
mudanças climáticas, e vamos percebendo de quantos irmãos e irmãs sofrem com
isso. Por isso, somos convidados e convidadas, para vivencia-los o evangelho de
MT 25: 36, que nos diz: “Eu estava sem
roupa, e me vestiram...” O Cristo se
identifica com o pobre, o marginalizado, com os que passam frio, os que são excluídos
da sociedade. Por isso, como instituição, que se coloca a serviço da vida, que
abraça o projeto de Jesus Cristo, que acredita no Cristo Ressuscitado que se manifesta
no Rosto de nossos irmãos e irmãs mais carente.
Enfim, somos gratas a nós mesmas pela partilha do que temos,
junto ao que somos, podemos e sabemos, onde de fato, a realidade mostre
abandono.
E convidamos você a também partilhar, com seu irmão: Seja solidário,
doe um agasalho!
27/01/2017
Assembléia IFAP
Nos dias 25 a 30 de janeiro de 2017, no centro de formação, Irmã Jandira Betoni, acontece a XLIII, Assembléia das Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, tendo como tema: Espiritualidade Francisclariana, na perspectiva da Memória, Profecia e Esperança, com o nosso irmão menor, o facilitador Frei Vanildo Zugno - OFMcap; onde o mesmo usou os cajados: O Evangelii Gaudiun, os Escritos e biografias de São Francisco de Assis, Loudato Si", e a palavra de Deus e assim vai acontecendo e se construindo em coletivo nossa assembléia!
17/01/2017
CF 2017
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou
o texto-base da Campanha da Fraternidade (CF) de 2017. Com o tema
“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e
guardar a criação” (Gn 2.15), a iniciativa alerta para o cuidado da criação, de
modo especial dos biomas brasileiros.
Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral
da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase a diversidade de
cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que
neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos
biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão
interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem
sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.
Ainda de acordo com o bispo, a Campanha deseja, antes de
tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Cultivar e
guardar nasce da admiração! A beleza que toma o coração faz com que nos
inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo,
levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da
obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos
conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.
Além de abordar a realidade dos biomas brasileiros e as
pessoas que neles moram, a Campanha deseja despertar as famílias, comunidades e
pessoas de boa vontade para o cuidado e o cultivo da Casa Comum. Para ajudar
nas reflexões sobre a temática são propostos subsídios, sendo o texto-base o
principal.
Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar
e agir, o texto-base faz uma abordagem dos biomas existentes, suas
características e contribuições eclesiais. Também traz reflexões sobre os
biomas e os povos originários, sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento
XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da
Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a
Campanha 2017.
Cartaz
Adquira o material da CF 2017 no site das Edições CNBB.
13/01/2017
Experiência missionária reúne 100 jovens no sertão do Ceará
Segunda edição da Missão Sem Fronteiras reitera desejo de uma Igreja em saída
O distrito de Itapebussu, em Maranguape, no sertão do Ceará, recebe desde o dia 12 de janeiro, a II Missão Sem Fronteira, uma experiência missionária realizada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) em parceria com a arquidiocese de Fortaleza (CE). Participam da jornada 100 jovens de 21 estados brasileiros e representações das POM do Paraguai.
O lema do encontro “Tens um longo caminho a percorrer” (1Rs 19, 7) faz memória dos 10 anos de caminhada e articulação da Juventude Missionária no Brasil. De acordo com as POM, nesta segunda edição da experiência missionária será reiterada a metodologia construída na primeira edição, “o desejo de uma Igreja em saída, que caminha até as periferias, realidades onde a vida é sofrida”. Em janeiro de 2016, a experiência ocorreu na cidade de Ananindeua, região metropolitana de Belém (PA).
A Missão Sem Fronteiras teve início na quinta-feira passada, dia 12, com o encontro formativo cujo objetivo foi de aprofundar o estudo missionário e a compreensão da realidade da comunidade que visitada. Esta primeira parte foi concluída no sábado, dia 14. No domingo, foi celebrada a missa de abertura, na paróquia São Miguel Arcanjo em Itapebussu. Os missionários foram divididos nas comunidades da paróquia, onde realizarão visitas missionárias, celebrações, momentos de animação e formação para jovens, crianças e lideranças comunitárias.
Além disso, ocorrerão três oficinas com as temáticas “Saúde Comunitária”, “Cidadania e Direitos Humanos” e “Educação Ambiental e cuidado com a Mãe Terra”. Nestas oficinas, os jovens doarão um pouco dos seus conhecimentos técnicos e profissionais em prol das comunidades e no fortalecimento da vida e da dignidade humana de todas essas pessoas.
27/11/2016
Ceder lugar para a nova geração
A necessidade de sempre renovar e ampliar
Na luta social, pedra que não para, não cria limo e cobra que não anda, não engole sapo. É preciso ser consistente, senão morre; é preciso crescer, senão morre também. Zelar pela continuidade de uma experiência é tarefa de cada geração. Mas, respostas que foram necessárias e indispensáveis em um tempo, podem virar atrapalho, no presente. Por isso, é preciso ceder lugar às novas gerações.
1. Ceder não é a bondade de alguém que dá uma colher de chá para a geração seguinte. Nem é cansaço ou desilusão diante da história. Ceder é reconhecer uma exigência da vida. Orgulhar-se de sua contribuição é cuidar da continuidade dessa causa, por confiar no seu vigor e na sua capacidade de repostas adequadas a esse tempo sempre novo.
2. Parecia vantagem repetir: não tive tempo de ficar velho. Até o dia em que uma jovem elegante lhe ofereceu o assento, no ônibus urbano. Só então, notou que o tempo tinha passado. Para piorar, ainda disse: não precisa! Era o sinal da caduquice que “só Carolina não via”. Consciente ou não, há por detrás um desejo de eternizar a própria contribuição.
3. Não ter tempo de envelhecer pode ser uma grande entrega, a ponto de não se preocupar consigo mesmo, ou pode significar descuido irresponsável com o futuro de uma grande iniciativa. Quando a procura reafirma que o show deve continuar porque essa criação é relevante, é preciso preparar gente nova, capaz de seguir tocando em frente.
4. Ceder ao novo é também pensar em si mesmo. Pois, só noutro lugar e noutro ritmo, velhos educadores farão coisas novas e criativas. Se sobra vontade e astúcia, lhes falta agilidade física e mental. Sua miopia só vê perto, e os leva a repetição e uso da autoridade; já não sabem, nem guardam a paciência para respostas significativas, hoje.
Na luta social, pedra que não para, não cria limo e cobra que não anda, não engole sapo. É preciso ser consistente, senão morre; é preciso crescer, senão morre também. Zelar pela continuidade de uma experiência é tarefa de cada geração. Mas, respostas que foram necessárias e indispensáveis em um tempo, podem virar atrapalho, no presente. Por isso, é preciso ceder lugar às novas gerações.
1. Ceder não é a bondade de alguém que dá uma colher de chá para a geração seguinte. Nem é cansaço ou desilusão diante da história. Ceder é reconhecer uma exigência da vida. Orgulhar-se de sua contribuição é cuidar da continuidade dessa causa, por confiar no seu vigor e na sua capacidade de repostas adequadas a esse tempo sempre novo.
2. Parecia vantagem repetir: não tive tempo de ficar velho. Até o dia em que uma jovem elegante lhe ofereceu o assento, no ônibus urbano. Só então, notou que o tempo tinha passado. Para piorar, ainda disse: não precisa! Era o sinal da caduquice que “só Carolina não via”. Consciente ou não, há por detrás um desejo de eternizar a própria contribuição.
3. Não ter tempo de envelhecer pode ser uma grande entrega, a ponto de não se preocupar consigo mesmo, ou pode significar descuido irresponsável com o futuro de uma grande iniciativa. Quando a procura reafirma que o show deve continuar porque essa criação é relevante, é preciso preparar gente nova, capaz de seguir tocando em frente.
4. Ceder ao novo é também pensar em si mesmo. Pois, só noutro lugar e noutro ritmo, velhos educadores farão coisas novas e criativas. Se sobra vontade e astúcia, lhes falta agilidade física e mental. Sua miopia só vê perto, e os leva a repetição e uso da autoridade; já não sabem, nem guardam a paciência para respostas significativas, hoje.
A Hora de “Pendurar a Chuteira”
“Se muito vale o já feito, mais vale o que será” (M.
Nascimenrto)
1. Falou-se muito do goleiro Marcos que resolveu
aposentar-se, depois de muitos anos, no time do Palmeiras. Ele que resume, na
sua figura e postura, a mística do “Verdão”, não teve coragem de anunciar sua
saída porque a decisão, de ficar ou sair, lhe era igualmente dura. Para
permanecer teria que suportar as dores, contidas por medicamentos, e conviver
com a disputa desigual entre a vontade que comanda e o corpo que já não
obedece, na mesma presteza. Já, deixar de jogar, significa o início da
invisibilidade de quem sai do foco, o fim do prazer de jogar, o vazio da
convivência com os colegas, o carinho dos fás, o rebaixamento salarial e o
desafio de pensar no que fazer, a seguir.
2. Em todos os campos, é sempre difícil entender e
admitir a hora exata de sair. Não pode ser antes, para não parecer abandono,
arrefecimento da paixão...; não pode ser depois porque, então, sua contribuição
já seria dispensável, ou até um obstáculo. Os bons conselhos dizem que se deve
sair “em alta”, em momento produtivo. E que todo o segredo reside no equilíbrio
entre pressa e lentidão, percepções aparentemente contraditórias. Em toda
decisão tem algo como um “salto no escuro”. Fidelidade à causa e o senso de
responsabilidade podem ser a bússola para discernir, ou vislumbrar, a hora de
sair de cena e permitir que outros cresçam, no interesse da equipe, do grupo,
do povo.
3. No permanente jogo pela dignidade humana, a
militância não tem hora de “pendurar a chuteira”. Porque essa paixão é uma
entrega, até ao extremo, para a construção de uma nova ordem social. Se não se
pode mudar de luta, se pode e se deve, mudar de esquina, de ritmo. Quando uma
árvore cresce muito e se enraíza, ainda que não pretenda, impede que novas
floresçam, à sua volta. Além disso, o tempo traz a tentação da perpetuação das
formas de ver e de atuar, até como maneira de dissimular a insegurança, a caduquice
e a natural “fadiga de material”. Sem falar na fantasia, nadahumilde, das experiências absolutizadas ou das pessoas “insubstituíveis” que ao continuar, atrasam.
08/11/2016
MST pede por mais Reforma Agrária e pelo fim da criminalização do Movimento
Nesta sexta-feira (4), o MST amanheceu sobre os holofotes da criminalização. Uma ação truculenta da polícia, batizada de “Castra”, envolveu três estados, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, e teve como principal objetivo prender e criminalizar as lideranças dos Acampamentos Dom Tomás Balduíno e Herdeiros da Luta pela Terra, militantes assentados da região central do Paraná.
Em nota, o MST denuncia a “escalada da repressão contra a luta pela terra, onde predominam os interesses do agronegócio associado a violência do Estado de Exceção”.
“Lembramos que sempre atuamos de forma organizada e pacifica para que a Reforma Agrária avance. Reivindicamos que a terra cumpra a sua função social e que seja destinada para o assentamento das 10 mil famílias acampadas no Paraná”, afirma trecho da nota.
Em São Paulo, 10 viaturas da polícia civil invadiu a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, São Paulo. Dois militantes foram detidos nessa ação.
06/11/2016
SAV
No dia cinco de novembro, na comunidade de São Judas, se encontra as irmãs do SAV e a jovem Isabele de Celso Ramos; Onde foi um momento de encontro, partilha
e reflexão, tendo como pano de fundo o texto bíblico, do livro de Mt 13, 1-9, que nos fala da parábola do semeador sendo interligado com a dinâmica
da encruzilhada, e finalizamos nosso dia com o filme a árvore de marcação e alguns encaminhamentos para 2017.
Gratas as irmãs, da comunidade que nos acolheram e nos disponibilizaram o espaço para esta vivencia.
Que o Deus da vida, por intermédio de São Francisco e Santa
Clara, os ilumine a caminhada de cada uma!
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