13/01/2017

Experiência missionária reúne 100 jovens no sertão do Ceará

Segunda edição da Missão Sem Fronteiras reitera desejo de uma Igreja em saída
O distrito de Itapebussu, em Maranguape, no sertão do Ceará, recebe desde o dia 12 de janeiro, a II Missão Sem Fronteira, uma experiência missionária realizada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) em parceria com a arquidiocese de Fortaleza (CE). Participam da jornada 100 jovens de 21 estados brasileiros e representações das POM do Paraguai. 
O lema do encontro “Tens um longo caminho a percorrer” (1Rs 19, 7) faz memória dos 10 anos de caminhada e articulação da Juventude Missionária no Brasil. De acordo com as POM, nesta segunda edição da experiência missionária será reiterada a metodologia construída na primeira edição, “o desejo de uma Igreja em saída, que caminha até as periferias, realidades onde a vida é sofrida”. Em janeiro de 2016, a experiência ocorreu na cidade de Ananindeua, região metropolitana de Belém (PA).  
A Missão Sem Fronteiras teve início na quinta-feira passada, dia 12, com o encontro formativo cujo objetivo foi de aprofundar o estudo missionário e a compreensão da realidade da comunidade que visitada. Esta primeira parte foi concluída no sábado, dia 14. No domingo, foi celebrada a missa de abertura, na paróquia São Miguel Arcanjo em Itapebussu. Os missionários foram divididos nas comunidades da paróquia, onde realizarão visitas missionárias, celebrações, momentos de animação e formação para jovens, crianças e lideranças comunitárias.
Além disso, ocorrerão três oficinas com as temáticas “Saúde Comunitária”, “Cidadania e Direitos Humanos” e “Educação Ambiental e cuidado com a Mãe Terra”. Nestas oficinas, os jovens doarão um pouco dos seus conhecimentos técnicos e profissionais em prol das comunidades e no fortalecimento da vida e da dignidade humana de todas essas pessoas.

27/11/2016

Ceder lugar para a nova geração

A necessidade de sempre renovar e ampliar
Na luta social, pedra que não para, não cria limo e cobra que não anda, não engole sapo. É preciso ser consistente, senão morre; é preciso crescer, senão morre também. Zelar pela continuidade de uma experiência é tarefa de cada geração. Mas, respostas que foram necessárias e indispensáveis em um tempo, podem virar atrapalho, no presente. Por isso, é preciso ceder lugar às novas gerações.
1. Ceder não é a bondade de alguém que dá uma colher de chá para a geração seguinte. Nem é cansaço ou desilusão diante da história. Ceder é reconhecer uma exigência da vida. Orgulhar-se de sua contribuição é cuidar da continuidade dessa causa, por confiar no seu vigor e na sua capacidade de repostas adequadas a esse tempo sempre novo.
2. Parecia vantagem repetir: não tive tempo de ficar velho. Até o dia em que uma jovem elegante lhe ofereceu o assento, no ônibus urbano. Só então, notou que o tempo tinha passado. Para piorar, ainda disse: não precisa! Era o sinal da caduquice que “só Carolina não via”. Consciente ou não, há por detrás um desejo de eternizar a própria contribuição.
3. Não ter tempo de envelhecer pode ser uma grande entrega, a ponto de não se preocupar consigo mesmo, ou pode significar descuido irresponsável com o futuro de uma grande iniciativa. Quando a procura reafirma que o show deve continuar porque essa criação é relevante, é preciso preparar gente nova, capaz de seguir tocando em frente.
4. Ceder ao novo é também pensar em si mesmo. Pois, só noutro lugar e noutro ritmo, velhos educadores farão coisas novas e criativas. Se sobra vontade e astúcia, lhes falta agilidade física e mental. Sua miopia só vê perto, e os leva a repetição e uso da autoridade; já não sabem, nem guardam a paciência para respostas significativas, hoje.

A Hora de “Pendurar a Chuteira”

“Se muito vale o já feito, mais vale o que será” (M. Nascimenrto)
1. Falou-se muito do goleiro Marcos que resolveu aposentar-se, depois de muitos anos, no time do Palmeiras. Ele que resume, na sua figura e postura, a mística do “Verdão”, não teve coragem de anunciar sua saída porque a decisão, de ficar ou sair, lhe era igualmente dura. Para permanecer teria que suportar as dores, contidas por medicamentos, e conviver com a disputa desigual entre a vontade que comanda e o corpo que já não obedece, na mesma presteza. Já, deixar de jogar, significa o início da invisibilidade de quem sai do foco, o fim do prazer de jogar, o vazio da convivência com os colegas, o carinho dos fás, o rebaixamento salarial e o desafio de pensar no que fazer, a seguir.

2. Em todos os campos, é sempre difícil entender e admitir a hora exata de sair. Não pode ser antes, para não parecer abandono, arrefecimento da paixão...; não pode ser depois porque, então, sua contribuição já seria dispensável, ou até um obstáculo. Os bons conselhos dizem que se deve sair “em alta”, em momento produtivo. E que todo o segredo reside no equilíbrio entre pressa e lentidão, percepções aparentemente contraditórias. Em toda decisão tem algo como um “salto no escuro”. Fidelidade à causa e o senso de responsabilidade podem ser a bússola para discernir, ou vislumbrar, a hora de sair de cena e permitir que outros cresçam, no interesse da equipe, do grupo, do povo.
3. No permanente jogo pela dignidade humana, a militância não tem hora de “pendurar a chuteira”. Porque essa paixão é uma entrega, até ao extremo, para a construção de uma nova ordem social. Se não se pode mudar de luta, se pode e se deve, mudar de esquina, de ritmo. Quando uma árvore cresce muito e se enraíza, ainda que não pretenda, impede que novas floresçam, à sua volta. Além disso, o tempo traz a tentação da perpetuação das formas de ver e de atuar, até como maneira de dissimular a insegurança, a caduquice e a natural “fadiga de material”. Sem falar na fantasia, nada
humilde, das experiências absolutizadas ou das pessoas “insubstituíveis” que ao continuar, atrasam.

08/11/2016

MST pede por mais Reforma Agrária e pelo fim da criminalização do Movimento

Nesta sexta-feira (4), o MST amanheceu sobre os holofotes da criminalização. Uma ação truculenta da polícia, batizada de “Castra”, envolveu três estados, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, e teve como principal objetivo prender e criminalizar as lideranças dos Acampamentos Dom Tomás Balduíno e Herdeiros da Luta pela Terra, militantes assentados da região central do Paraná.
Em nota, o MST denuncia a “escalada da repressão contra a luta pela terra, onde predominam os interesses do agronegócio associado a violência do Estado de Exceção”.
“Lembramos que sempre atuamos de forma organizada e pacifica para que a Reforma Agrária avance. Reivindicamos que a terra cumpra a sua função social e que seja destinada para o assentamento das 10 mil famílias acampadas no Paraná”, afirma trecho da nota.
Em São Paulo, 10 viaturas da polícia civil invadiu a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, São Paulo. Dois militantes foram detidos nessa ação.

06/11/2016

SAV

No dia cinco de novembro, na comunidade de São Judas, se encontra as irmãs do SAV e a jovem Isabele de Celso Ramos; Onde foi um momento de encontro, partilha e reflexão, tendo como pano de fundo o texto bíblico, do livro de  Mt 13, 1-9, que nos fala da parábola do semeador sendo interligado com a  dinâmica da encruzilhada, e finalizamos nosso dia com o filme a árvore de marcação e alguns encaminhamentos para 2017.
Gratas as irmãs, da comunidade que nos acolheram e nos disponibilizaram o espaço para esta vivencia.

Que o Deus da vida, por intermédio de São Francisco e Santa Clara, os ilumine a caminhada de cada uma!

03/09/2016

“O Tempo não pára”

Então, já é setembro, mês das flores, beleza esta, que aqui é tão rara, devido ao clima bastante seco nesta época.  Por enquanto, o que se vê é muita poeira e um céu um pouco acinzentado como se a qualquer momento o céu quisesse derramar algumas gotinhas de chuva para alegrar as poucas plantas que resistem. Quem   sempre dá o ar da graça é o irmão sol avermelhado, lindo como nunca vi em canto.
Escrevo novamente para vocês, já que completo dois meses   aqui na nossa Mamà Angola, neste 3 de setembro. Ás vezes, custo acreditar que estou vivendo nesta terra. Tem situações que vai do sonho ao pesadelo e vice versa. Por isso, me custa cair realmente a ficha.
Então, como vos escrevi naquela cartinha anterior, contei um pouco das minhas primeiras impressões, e as novidades só tem aumentado. Até dia 12 deste mês, ainda  estarei  na coordenação daquele Projeto de Alfabetização de Jovens e Adultos, depois, chegará  do Brasil, a irmã que é responsável e a partir daí, vou começar a procurar um outro serviço para me ocupar.  Se bem que trabalho é o que não falta por aqui, o que falta é estrutura para desenvolver as atividades. Por exemplo; como tem muita, muita criança começamos com uns jovens capoeiristas (até agora voluntários), a realizar aulas de capoeira no pátio da nossa casa, já que o espaço é bastante grande. E duas vezes por semana, às terças e quintas-feiras, das 14h às 15h30, reúnem-se as crianças para estes treinos. É lindo de ver! Elas num instante aprende os passos que o mestre ensina.

13/08/2016

Rede Um Grito pela Vida

O esporte nos estimula e deve ser valorizado. Torcemos pelos nossos atletas e queremos que nosso país tenha mais oportunidades. Mas, nosso foco é a prevenção e alerta contra o tráfico de pessoas e exploração sexual. E em situações de megaeventos como as Olimpíadas, temos que reforçar nosso time. Que as nossas ações, junto a tantas outras iniciativas que estao acontecendo, contribuam para minimizar o risco de violações de direitos. Vamos torcer pela paz, pelo esporte e pela conscientização!


05/08/2016

Experiência vivenciada!

  Bom, agora com um mês aqui no Cazenga, Luanda-Angola já posso descrever um pouquinho do que meus olhos veem, meus ouvidos ouvem, e meu coração sente neste tempo.  
Desde que sai de Lages,  naquele dia 30 de junho, com a presença das irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, que carinhosamente me acompanharam até a Casa das Irmãs Catequistas Franciscanas, em Joinville, nada era mais intenso em mim do que a ansiedade e mais uma mistura de outros milhões de sentimentos, enfim.  Acredito que tudo isso  fazia  parte do kit de  mudanças. E que bom termos oportunidades de mudar.  
Sou muito, muito grata por todos os gestos de cuidado e amor que recebi e recebo de cada uma e cada um de vocês que fazem parte da minha vida e estão comigo aqui nesta missão.  
 ... Voltando  falar da viagem.  De  Joinville, saímos eu e irmã Terezinha Rinaldi ( que já mora em Cabinda-Angola a mais de 15  anos), ela foi minha guia nesta viagem. Graças a Deus! Era 23h do dia 1º de julho (coincidentemente dia do meu aniver), quando saímos de Joinville e fomos para Guarulhos-SP. Chegamos em São Paulo, era por volta das 8h15 da manhã, e logo em seguida fomos para o aeroporto, afinal, nosso voo estava marcado só  para as 18h05. Passamos o dia todo por ali, eu lendo coisas no face e no whats, enquanto irmã Terezinha fazia crochê . Era 15h30, quando abriu o chequim. Logo, entramos na fila para conferir nossas passagens. Graças a Deus, tudo certo. Só alguns imprevistos com as malas da mana Tere que tinha peso em excesso, mas logo resolvemos e seguimos para a sala de espera.  
Assim que chegamos à sala, já dava para avistar o boing 777 da TAAG Angola Airlines.  Foi o tempo de conversar mais um pouquinho no whats, com algumas pessoas, fiz uma última ligação pra mãe para pedir sua benção,  e logo chegou o grande momento. O embarque. Confesso que quando avistei o avião mais de perto, eu estremeci. Pensei: “Meu Deus, como uma coisa tão grande assim, vai parar lá em cima. É impossível”!  

06/07/2016

ENVIO DE IRMÃ SÍLVIA DE OLIVEIRA LOPES A ANGOLA/ÁFRICA

 “Sonho que se sonha só é pura ilusão, sonho sonhado juntas e caminho de salvação” Foi com alegria  e  emoção que dia 01 de julho de 2016, na Sede Geral das Irmãs Catequista Franciscanas em Joinville, celebramos  o Envio de Irmã Sílvia, da Congregação das Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, à missão em Angola, para uma parceria com a nossa Congregação, na Coordenadoria Irmã Álcida. Na véspera, suas coirmãs de Lages, Irmã Ivonete Aparecida Paes, Coordenadora Geral da congregação, Irdes Lúcia Guadagnin, vice-Coordenadora e Clara Contini que a trouxeram a Joinville. A celebração, portanto, selou o compromisso de aliança/parceria na Missão entre as duas Congregações, na pessoa de Irmã Sílvia. Estavam presentes, portanto, suas coirmãs de Lages e a fraternidade da sede geral de Joinville. Por grande e feliz coincidência, além do “Envio Missionário”, celebramos também o aniversário de Irmã Sílvia - dois fatos marcantes em sua vida: seus 35 anos de vida celebrados no louvor e agradecimento à Divina Fonte da Vida e ofertados como resposta de amor ao chamado do Mestre Jesus Cristo: “Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda Criatura” (Mc 9,15).
Estávamos reunidas pela fé em Jesus Ressuscitado, que enviou seus discípulos e discípulas: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio” (Jo 20,21). Com sua opção missionária Irmã Sílvia quer testemunhar a certeza de que Ele, o Ressuscitado vive no meio de nós e do povo Angolano, assumindo o compromisso de evangelizar as pessoas empobrecidas e também ser evangelizada por elas.
Irmã Sílvia é jovem, recém-formada em Jornalismo, mas sua opção religiosa de seguir Jesus Cristo Libertador falou mais alto que sua vida profissional. Durante a celebração Sílvia agradeceu carinhosamente pela acolhida de nossa Congregação e pela disponibilidade com que sua Congregação a liberou para esta Missão, sendo que assim, assumimos todas juntas este compromisso; disse que como religiosa deseja doar sua vida para algo mais, a serviço dos irmãos/as empobrecidas e excluídas de dignidade e direitos.
As Irmãs presentes ungiram Irmã Silvia, para que seus pensamentos, olhos, ouvidos, boca, mãos, pés, coração, espírito e todo o seu ser esteja a serviço do projeto de Jesus Cristo, testemunhando o amor misericordioso do Deus Mãe. A seguir, Irmã Sílvia recebeu um pano com a imagem de Mamá Muxima, e o pano que identifica a mulher angolana.
Na bênção do Envio, a importante recomendação: “Tu te aproximarás com muito carinho de um povo com cultura e tradições diferentes. Mas não imporás as tuas ideias!
Não dirás nunca que no lugar onde te criaste, as coisas estão bem melhores! Não darás nunca a impressão de que vieste para ensinar, [...]! Jamais violentarás a alma do povo que, doravante, será o teu povo! Oferecerás simplesmente o testemunho da tua fé, da tua esperança, do teu amor, e darás a tua vida até o fim, até as últimas consequências”!
Irmã Sílvia, o Deus Pai/Mãe da criação fonte de toda a vida, pela força maternal do seu Espírito fecunde os teus passos no seguimento de Jesus Cristo pobre e Libertador e te abençoe agora e sempre.
Querida Sílvia, conte com a comunhão de preces de tuas coirmãs de Congregação e da nossa Congregação, Irmãs Catequistas Franciscanas. Com São Francisco e Santa Clara de Assis te acompanharemos onde quer que fores, e em que necessitares para que a Missão seja fecunda. Nosso carinho sororal.


Irmãs Irdes Guadagnin – IFAP e Anita David - CICAF

19/06/2016

Celebração de envio

É por amor ao Reino, e pelas pessoas que nossos passos caminham juntos
É por não ter outra certeza, senão a que é Deus quem nos guia,
É a Ele que nós confiamos toda nossa vida e nosso ser, por esta causa.
Povo de Cazenga, Irmãs Catequistas Franciscanas, desde agora já me sinto pertencente a vocês, e vocês já fazem parte de mim, de nós IFAP. Posso dizer que: Pronta para ir, eu estou, nós estamos.          
Com esta certeza é que meu ser se enche de alegria e gratidão, por tudo que vivenciamos durante estes seis anos aqui, na amada comunidade São Francisco de Assis, Bairro Habitação, em Lages. Somos missionárias e missionários juntos.
Uma comunidade só tem razão de ser, se for para estar a serviço, se for para ser sinal de cuidado e afeto, se for para dar a vida por quem mais precisa. Isso, tenho aprendido e quero continuamente aprender com vocês.
Caríssimas irmãs das congregações, Divina Providência, Salvatorianas, Catequistas Franciscanas e Franciscanas do Apostolado Paroquial (a qual pertenço), quero profundamente agradecer por esta irmandade e compromisso com que vocês, nós, assumimos a missão. Somos sim, sinal profético da Boa notícia do Reino, não importa o lugar onde estamos. Somos irmãs junto com o povo.
Caríssimo irmão, Padre Hermes, muito agradecida por sua presença, amizade e companheirismo nestes caminhos missionários. Deus abençoe sempre!
Aqui, retomo o agradecimento especial às minhas co-irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, pela confiança e coerência com que assumimos esta missão além-fronteira, como já disse em outras ocasiões, “eu não vou sozinha”. Cada uma de vocês, irá comigo. “Somos parte desta imensa vida”.
E as nossas Irmãs Catequistas Franciscanas, o nosso muitíssimo obrigada, por esta partilha missionária, por nos desafiar neste convite-chamado.
Nós, acreditamos que a missão se faz assim, nos caminhos, nos encontros. Não por acaso, nossas vidas, nossos passos se embrenharam nesta caminhada, e nossas irmandades se envolveram por amor a Jesus Cristo pobre e libertador, que um dia nos chamou para uma grande e bela missão.
Por isso, nos unimos, Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial e Irmãs Catequistas Franciscanas, para juntas “alargarmos o espaço da tenda missionária”. Tenda esta, que quer ser colo amoroso de Deus, que nos possibilita enxergar outros horizontes e se fazer presença junto ao povo da Angola- África, mais precisamente Cazenga em Luanda.
Desde já,contamos com as preces e sintonia de cada uma e cada um de vocês, que comungam do nosso jeito de ser e viver.
Que as bênçãos de Santa Clara e São Francisco caminhem conosco.

25/04/2016

Encontro IFAP

Neste domingo,24,nós Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial( IFAP), nos reunimos na Casa de Encontro Irmã Jandira Bettoni, para realizar nosso primeiro encontro anual da Região Sul.
Estiveram presentes vinte e duas irmãs, também tivemos a alegria de contar com a participação da vocacionada Monique Varella Emer. Sejas sempre muito bem-vinda, nós te acolhemos com ternura e irmandade!
Durante o encontro, podemos vivenciar momentos de bonitos de partilhas, reencontros e reflexões com a professora Dulce, ela nos ajudou a dialogar sobre o tema: Desenvolvimento humano,desafios e valores.
Por tudo que vivemos neste dia, bendizemos a Deus por esta linda oportunidade de nos conhecermos um pouco mais. Agradecemos imensamente a presença e participação de cada uma, nesta linda construção cotidiana do nosso ser e viver como irmãs.
Que Santa Clara e São Francisco de Assis continuem nos abençoando,fortalecendo nossa vocação e missão a serviço das vidas.
"O Senhor nos abençoe e nos proteja!
O Senhor faça resplandecer sobre nós a sua face!
O Senhor nos dê sua misericórdia!
O Senhor volva para nós seu olhar e nos dê a paz!
O Senhor derrame sobre nós as suas bênçãos e no céu nos coloque entre os santos e santas!
O Senhor esteja sempre conosco e nós estejamos sempre com Ele!
Amém!".
Benção de Santa Clara de Assis 

03/04/2016

Celebração da vida!

"Todo sonho alimenta a história".

Nós,Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial (IFAP), estivemos presente,ontem 2 de abril, na celebração da vida,histórias e lutas do querido companheiro do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra (MST),Vilson Santin.

A festa ocorreu no assentamento Anita Garibaldi, em Ponte Alta-SC. 
O dia celebrativo contou com a participação de toda comunidade, amigas,amigos,familiares que organizaram e compartilharam além dos gestos de companheirismo e amor, também partilharam alimentos para que todos os participantes pudessem se sentir bem acolhidos. Que Deus continue abençoando os passos de cada uma e cada um que junto com Santin constrói a história desta gente que "tem a estranha mania de ter fé na vida". 
Somos agradecidas Santin e familiares, por vocês serem este testemunho vivo, de que a vida só tem sentido se for para estar a serviço das outras pessoas. Deus abençoe vocês com muita vida, saúde,paz,amor,alegrias,esperanças e utopias.
"A coragem em colocar sua vida a serviço nesta causa nos remete a um comprometimento ainda maior na construção de um Brasil soberano, justo e solidário, com direitos respeitados.
Agradecemos aos familiares a oportunidade de novos aprendizados. 
PARABÉNS SANTIN". 
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Agitação: História em Quadrinhos explica o Golpe