25/09/2015

Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, hoje celebrando 58 Anos‬!


"Doce é saber não estou sozinha. Sou uma parte desta imensa vida".
Com gratidão louvamos a Deus neste dia por todos os passos,por todos os caminhos de missão que nós Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial procuramos estar presentes.Obrigada irmãs,obrigada a cada uma e cada um que comunga conosco deste Projeto no seguimento de Jesus Cristo pobre e Libertador.Que o nosso modo de crer e viver seja um sinal de esperança e amor neste mundo.Santa Clara e São Francisco de Assis, nos abençoe e fecunde nossos sonhos.Muita luz,paz e bem!




15/09/2015

23ª Roamria da Terra e da Agua


No dia  13 de setembro aconteceu a 23ª Romaria da Terra e da Aguá e do Centenário do Contestado em Timbó Grande, estado de Santa Catarina. Alem do estado de Santa Catarina,  estavam presentes os estados de São Paulo; Paraná e Rio Grande do Sul. Participaram cerca de 10 mil romeiros e romeiras. A Diocese de lages se fez presente com 8 ônibus. Agradecemos a todos e todas que participaram mesmo com frio. O que dizer da Romaria: foi um momento de memória, mistica e também de reafirmar nosso compromisso com a luta e defesa da vida dos camponeses e camponesas caboclos e caboclas que ainda hoje depois de 100 anos continuam sendo excluídos de suas terra não pela guerra mas pela construção de barragens, pelo agronegócio, latifúndio..
Ir. Teresinha Menegatte





“Quando a gente se dispôs a estar na estrada, era porque nossos pés não tinham mais sossego para esperar amanhãs”.


  Nesta certeza de que Deus que nos amou primeiro, e depois nos chamou para estar com aqueles e aquelas que são o “Evangelho nosso de cada dia”. Nós, Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, nos unimos com as irmãs e irmãos das Novas Gerações da Vida Religiosa Consagrada, presentes nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, celebrar, refletir, conviver e fortalecer nossa missão, no encontro ocorreu de 4 a 7 de setembro, em Porto Alegre.
O pré-congresso reuniu cerca de 70 jovens, de diversas congregações da região Sul. Durante os três dias de reflexões, as consagradas e consagrados puderam encontrar-se, rezar, ouvir, vivenciar e celebrar com a experiência missionária de visitas as famílias da Paróquia Santíssima Trindade, do bairro Farrapos, na tarde de sábado,5.
No domingo, 6, tivemos a partilha da assessoria com o padre dehoniano, Marcial Maçaneiro, que trouxe algumas provocações sobre os rumos da Vida Religiosa Consagrada, usando a metáfora da navegação, ele mencionou que a vida religiosa precisa encantar-se e decantar-se todos os dias. “Estejam nos lugares certos, nos processos aos qual o carisma de chama”, disse Maçaneiro.
Na “metáfora do “navegar”, ele ressaltou que precisamos vislumbrar o mar da vida religiosa consagrada, e ajustar as rotas dos sinais para conseguirmos avistar “os territórios da alegria”. “ Ás vezes nas nossas navegações por aí, as tempestades são tão constantes, que a única certeza que temos é que não estamos sozinhos”.
Padre Marcial, falou também da Carta Circular “Alegrai-vos”, escrita pelo papa Francisco aos Consagrados e Consagradas. Marcial nos trouxe a pertinente fala de Francisco, que “os territórios da alegria tem rosto, nome, data e endereço. Quando nós os visitamos pela primeira vez, ali na verdade foi Deus quem nos visitou”.
E assim, movidas e movidos por alegrias que nossos territórios nos propõem, encerramos o pré-congresso com a celebração eucarística. Nosso coração está cheio de gratidão, por tantas partilhas que fazem primaveras em nossos caminhos. E continuemos nesta sintonia da irmandade, e na certeza de que “Deus não improvisa conosco”.
Um carinhoso abraço a todas e todos!
Irmãs Sílvia Cristina e Fabila Ferron
Franciscanas do Apostolado Paroquial
Lages-SC, 8 de setembro de 2015
Festa da Natividade de Nossa Senhora

Ir.Sílvia Cristina-IFAP


Sobre o Pré-Congresso
O encontro é promovido pela Conferência Nacional dos Religiosos e Religiosas do Brasil (CRB), e tem objetivos de incentivar a construção da “civilização do amor” promover espaços celebrativos e reflexivos, dinamizar a caminhada das Novas Gerações da Vida Religiosa Consagrada; sair ao encontro à luz do convite de Jesus, “Venha para fora!"; testemunhar a alegria do ser religiosa consagrada, religioso consagrado, que se renova e comunica. (cf. EG nº1). Além disso, o encontro também é uma motivação para o Congresso Nacional das Novas Gerações da Vida Consagrada que acontecerá em Brasília, em fevereiro de 2016 .
A assessora executiva da CRB Nacional, a missionária scalabriniana, Irmã Rosa Maria Martins Silva, também participou do encontro em nome da Conferência. “Saudações fraternas repletas da certeza de que a alegria e o entusiasmo pelo Evangelho de Jesus e o desejo de que o Reino de Deus rodeado pela justiça, pela fraternidade, pelo cuidado pela vida, e pela igualdade fazem pulsar o coração de cada um de vocês, fazem andar incansavelmente os vossos pés, fazem movimentar em variados gestos de doação as vossas mãos e preenchem os vossos intelectos. São esses movimentos por amor do Reino que dão e darão sentido as vossas vidas e razão de ser à vocação”, disse ela.
Irmã Rosa recordou ao grupo a mensagem do Papa Francisco aos jovens consagrados por ocasião da abertura do Ano da Vida Consagrada. Francisco pede aos jovens para “não caírem na tentação dos números e da eficiência, e tampouco confiarem em suas próprias forças. A caridade não conhece limites e precisa de entusiasmo para levar adiante o sopro do Evangelho nos mais diversos ambientes sociais e culturais”. É necessário, afirmava o Papa, "que os consagrados saibam transmitir a alegria e a felicidade da fé vivida em comunidade, por meio do testemunho do amor fraterno, da solidariedade, da partilha que dá valor à Igreja. Uma Igreja que deve forjar profetas visionários e capazes de interpretar os acontecimentos, denunciando o mal do pecado e da injustiça”.
Irmã Rosa, enfatizou a importância do encontro com Jesus no monte para aprender Dele mesmo como atuar na planície. “Jesus falava com o Pai no monte para ouvir Dele como se comportar na planície e para receber Dele a coragem, a indignação e a audácia necessárias para tornar realidade o seu Reino”.
Ainda, segundo Irmã Rosa, a planície na qual a Vida Religiosa Jovem está inserida e onde a vida clama, requer um novo olhar, a audácia e a indignação que só o encontro com o Senhor pode inspirar. “Não podemos como jovens religiosos que somos fechar os nossos olhos para uma planície onde a vida clama pelo desejo de ser respeitada: A vida da natureza – degradada pelo nosso desrespeito; a vida dos seres humanos, rostos desfigurados, no campo (camponesas, os trabalhadores rurais), na cidade, nas favelas ( crianças, jovens, mulheres e homens marcados pelo sofrimento, pela pobreza, pela injustiça), no mar (imigrantes morrendo aos milhares por tráfico e falta de acolhida), os indígenas e os ribeirinhos, populações marginalizadas pela ganância do ser humano e pela dinâmica do capitalismo selvagem. Não podemos olhar para estas realidades como todos olham, mas com olhar de consagrados e de seguidores de Jesus de Nazaré, desejosos de que o Reino aconteça no meio de nós”, concluiu.
(Fonte- CRB Nacional).

10/09/2015

Encontro das novas gerações CRB


 


















Nesta certeza de que Deus que nos amou primeiro, e depois nos chamou para estar com aqueles e aquelas que são o “Evangelho nosso de cada dia”. Nós, Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, nos unimos com as irmãs e irmãos das Novas Gerações da Vida Religiosa Consagrada, presentes nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, celebrar, refletir, conviver e fortalecer nossa missão, no encontro ocorreu de 4 a 7 de setembro, em Porto Alegre. 
O pré-congresso reuniu cerca de 70 jovens, de diversas congregações da região Sul. Durante os três dias de reflexões, as consagradas e consagrados puderam encontrar-se, rezar, ouvir, vivenciar e celebrar com a experiência missionária de visitas as famílias da Paróquia Santíssima Trindade, do bairro Farrapos, na tarde de sábado,5. 
No domingo, 6, tivemos a partilha da assessoria com o padre dehoniano, Marcial Maçaneiro, que trouxe algumas provocações sobre os rumos da Vida Religiosa Consagrada, usando a metáfora da navegação, ele mencionou que a vida religiosa precisa encantar-se e decantar-se todos os dias. “Estejam nos lugares certos, nos processos aos qual o carisma de chama”, disse Maçaneiro. 
Na “metáfora do “navegar”, ele ressaltou que precisamos vislumbrar o mar da vida religiosa consagrada, e ajustar as rotas dos sinais para conseguirmos avistar “os territórios da alegria”. 
“Ás vezes nas nossas navegações por aí, as tempestades são tão constantes, que a única certeza que temos é que não estamos sozinhos”.
Padre Marcial, falou também da Carta Circular “Alegrai-vos”, escrita pelo papa Francisco aos Consagrados e Consagradas. Marcial nos trouxe a pertinente fala de Francisco, que “os territórios da alegria tem rosto, nome, data e endereço. Quando nós os visitamos pela primeira vez, ali na verdade foi Deus quem nos visitou”. 
E assim, movidas e movidos por alegrias que nossos territórios nos propõem, encerramos o pré-congresso com a celebração eucarística. Os nossos corações estão cheios de gratidão, por tantas partilhas que fazem primaveras em nossos caminhos. Continuemos nesta sintonia da irmandade, e na certeza de que “Deus não improvisa conosco”. 
Um carinhoso abraço a todas e todos!
Irmãs Sílvia Cristina e Fabila Ferron
Franciscanas do Apostolado Paroquial 
Lages-SC, 8 de setembro de 2015
Festa da Natividade de Nossa Senhora

                                                                         Sílvia Cristina

15/08/2015

IRMÃS FRANCISCANAS DO APOSTOLADO PAROQUIAL-IFAP


Parabéns pelo dia da Vida Consagrada. 

Vamos renovar nosso compromisso de sermos SINAL DA PRESENÇA DE DEUS JUNTO AO POVO! Neste ano pré - capitular de modo muito especial renovamos nossas forças e nosso sonhos para continuarmos fazendo nossa opção valer a pena. 

O Papa Francisco” nos convida a sermos presenças alegres, pessoas capazes de despertar o mundo, homens e mulheres peritos em comunhão, dispostos, bem-dispostos para irmos às periferias existenciais, inquietos sobre o que pedem Deus e a humanidade de hoje”. 

D. Jaime nos faz o pedido para que o “Dia da Vida Consagrada desperte em nós o desejo de poder continuar, com maior vigor e entusiasmo; de levar adiante nossa disposição de servir ao Senhor em justiça e santidade todos os dias de nossa vida”.

Agradeço a Deus o bem que cada uma de nossas irmãs fazem cada uma dentro de suas possibilidades e realidade social, eclesial. Que Francisco e Clara continue sendo nosso ponto de partida para não nos afastarmos de nosso Carisma! Agradeço também a cada irmã pelo esforço, testemunho e comprometimento! Desejo felicidade na VOCAÇÃO!  

                                                                               Com carinho. Ir. Ivone  

Lages 16 de Agosto de 2025 

28/07/2015

Padre Exequiel Ramin: 30 anos de martírio

Nesta sexta (24), celebra-se os 30 anos do martírio do padre Ezequiel Ramin, em Cacoal, em Rondônia. Em parceria com os Missionários Combonianos, a Verbo Filmes produziu um documentário sobre a vida e a trajetória do sacerdote, em defesa dos mais pobres e dos injustiçados.

Padre Ezequiel, missionário comboniano, chegou em Cacoal, no ano de 1984. Encontrou um contexto de gritantes desigualdades pela falta de reforma agrária e de uso da violência pelos grandes latifundiários, que grilavam terras para ampliar suas propriedades. Seguindo de perto o exemplo de Cristo, colocou-se ao lado dos indígenas e pequenos trabalhadores rurais 
pela conquista do direito à terra, trabalho e vida digna.

No dia 24 de julho de 1985, foi brutalmente assassinado quando voltava de uma missão de paz na Fazenda Catuva, onde havia encontrado posseiros para pedir-lhes que se retirassem, pois corriam perigo. Foi pego de surpresa por jagunços a mando de fazendeiros.

No trabalho de divulgação nos vários municípios rondonienses que compõem a diocese de Ji Paraná, o padre Rafael Vígolo,  missionário comboniano, de Porto Velho e, que coordena o trabalho de divulgação da memória, dos 30 anos da morte do padre Ezequiel Ramin, testemunha que sua memória está viva.

"Percebo como a memória de Ezequiel continua viva no meio do povo. Assim como a vida de tantos outros mártires, o seu testemunho se tornou semente de novos cristãos, suscitando um compromisso renovado no seguimento de Cristo, que nos chama a abraçar uma missão profética e empreender caminhos de paz e justiça, em favor dos mais pobres e abandonados. Hoje há várias obras e atividades, tanto no campo social, quanto da evangelização, que nasceram e se inspiram na sua vida''.

Uma moção de apoio foi lançada, para a abertura do inquérito diocesano sobre o martírio do padre Ezequiel, que será dirigida a dom Bruno, bispo de Ji Paraná, assim como, o questionário sobre a vida e a morte, para dar início à postulação e ao processo de canonização. (Fonte: Rafael Vígolo, missionário comboniano)


Jovens consagrados se reúnem em Roma

Cidade do Vaticano (RV) -  “Despertai o mundo!” será o tema do encontro internacional dos jovens que escolheram a vida religiosa, a ser realizado em Roma de 15 a 19 de setembro próximo, no âmbito da celebração do Ano da Vida Consagrada. “Evangelho, Profecia e Esperança” serão os três núcleos em torno dos quais girará o encontro, promovido pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.
“Evangelho, Profecia e Esperança”, por sua vez,  serão os três núcleos em torno dos quais girará o encontro, promovido pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. O encontro é voltado aos consagrados que se encontram no período imediatamente precedente ao noviciado, na fase de discernimento e prova, no tempo da profissão temporária e até dez anos desde a incorporação perpétua ou definitiva nos institutos e nas congregações. O objetivo é viver uma experiência de formação, através de um aprofundamento bíblico, teológico-carismático e eclesiológico dos elementos fundamentais da vida consagrada, além de oferecer um espaço de partilha da própria realidade, dos desejos e das expectativas formativas. Sem esquecer de celebrar e testemunhar a vitalidade da vocação religiosa.
O encontro prevê alguns momentos comunitários, que serão realizados durante as manhãs na Sala Paulo VI. É o chamado tempo da escuta. Na parte da tarde e à noite, por sua vez, serão realizados alguns encontros segundo os diferentes grupos linguísticos: italiano, francês, inglês, espanhol e português, voltados a restituir, celebrar e testemunhar. O programa prevê aprofundamentos, escuta de testemunhas, diálogo com e entre os jovens.
Da programação também constam encontros abertos a todos, como a Vigília de Oração, na terça-feira 15 de setembro, às 20h30, na Praça São Pedro, e a missa conclusiva, no sábado 19 de setembro, às 11h30, na Basílica de São Pedro. (JE/OR) Fonte: Rádiovaticana)

23/07/2015

CPT divulga Carta Final do IV Congresso realizado em Porto Velho (RO)

20.07.2015|
Em torno 900 pessoas, entre camponeses, indígenas, quilombolas, trabalhadores e trabalhadoras rurais de todo o Brasil, agentes pastorais, colaboradores, padres e bispos, estiveram reunidos no Congresso que celebrou os 40 anos da CPT. O Congresso ocorreu em Porto Velho (RO) e encerrou neste dia 17.    A partir de intensos debates, os participantes puderam refletir sobre os principais desafios enfrentados pelas populações do campo na atual conjuntura e partilharam diversas experiências de memória, rebeldia e esperança postas em prática pelas comunidades.
Para a CPT, o momento foi de escuta. É no Congresso que as diversas populações do campo de todo o país, reunidas, apontam as estratégias e propostas que irão orientar as ações da Comissão Pastoral da Terra, para os próximos quatro anos.
Carta
Em sua plenária de encerramento, os/as participantes aprovaram a Carta Final do IV Congresso Nacional. O documento é fruto deste conjunto de reflexões, debates e propostas feitas pelos camponeses e camponesas, trabalhadores e trabalhadoras rurais que serão as luzes para a CPT, no seu serviço às causas dos Pobres da Terra até o próximo Congresso, previsto para ocorrer em 2020.
Memória
A Carta expressa inicialmente a esperança. “Faz escuro, mas eu canto! Há 40 anos, a CPT, num tempo de escuridão, em plena ditadura militar, foi criada atendendo ao apelo de povos e comunidades do campo, de modo particular da Amazônia, envolvidas em conflitos e submetidas a diversas formas de violência. Hoje, voltando de onde nascemos e fazendo memória destes 40 anos, vemos que foram anos de rebeldia e fidelidade ao Deus dos pobres, à terra de Deus e aos pobres da terra, condição da nossa esperança. Vemos também que as comunidades vivem uma realidade mais complexa do que a do tempo da fundação da CPT, pois camuflada por discursos os mais variados de desenvolvimento e progresso, que, porém, trazem consigo uma carga de violência igual ou pior à de 40 anos atrás.
Ecologia
Remete também à necessidade de preservação da natureza. “Convocamos também igrejas, instituições e organizações para reassumirmos um processo urgente de mobilização rebelde e unitária pela vida, que inclua a defesa do planeta Terra, nossa casa comum, suas águas e sua biodiversidade. Com o Papa Francisco reafirmamos que queremos uma mudança nas nossas vidas, nos nossos bairros, na nossa realidade mais próxima, uma mudança estrutural que toque também o mundo inteiro”.
Metas
Apresenta as perspectivas de ação para os próximos anos. Uma reforma agrária que reconheça os territórios dos povos indígenas e das comunidades tradicionais e uma justa repartição da terra concentrada; A formação dos camponeses, camponesas e dos agentes da CPT, com destaque para as comunidades tradicionais, a juventude, as relações de gênero, a agroecologia.
Destaca também o envolvimento em todos os processos de luta pela educação no e do campo; O serviço à organização, articulação e mobilização dos povos indígenas, das comunidades quilombolas, pescadores artesanais e mulheres camponesas; A intensificação do trabalho de base; A sustentabilidade pastoral, política e econômica da CPT.

 Comissão Pastoral da Terra (CPT) 
 Escrito: CRB

15/07/2015

Terra, teto e trabalho - papa estimula movimentos sociais: “Não se acanhem”



"Precisamos e queremos uma mudança, uma mudança real, uma mudança das estruturas". Ao concluir o II Encontro dos Movimentos Populares em Santa Cruz de La Sierra, o papa Francisco pronunciou o mais longo e contundente discurso desta sua nona viagem apostólica internacional, denunciando a ambição desenfreada pelo dinheiro, as novas formas de colonialismo e as agressões ao meio ambiente.
O destino está em vossas mãos
Para o papa, não basta assinalar as causas estruturais do drama social e ambiental contemporâneo, pois "já sofremos de um certo excesso de diagnóstico", que nos leva ao pessimismo e a pensar que nada podemos fazer além "de cuidar de nós mesmos e dos pequenos círculo da família e dos amigos". "O futuro da humanidade - exclamou o Papa, dirigindo-se aos mais humildes, explorados, pobres e excluídos - está nas vossas mãos, na vossa capacidade de vos organizar e buscar alternativas criativas na busca diária dos "3 T" e na vossa participação como protagonistas nos grandes processos de mudanças nacionais, regionais e mundiais. Não se acanhem!"
Conversão das atitudes do coração
Francisco alertou, que uma "mudança de estruturas que não seja acompanhada de uma conversão sincera das atitudes e do coração, acaba a longo ou curto prazo por burocratizar-se, corromper-se e sucumbir". Para evitar isto, enalteceu a "imagem do processo", "onde a paixão por semear, por regar serenamente e que outros verão florescer, substitui a ansiedade de ocupar todos os espaços de poder disponíveis e de ver resultados imediatos".
Os heroísmos cotidianos, vividos muitas vezes na "crueza da tormenta humana", o trabalho aparentemente insignificante, as lutas, o apego ao bairro, à terra, ao território, levam a assumir tarefas comuns motivadas pelo amor fraterno:
"A entrega, a verdadeira entrega nasce do amor pelos homens e mulheres, crianças e idosos, vilarejos e comunidades... Rostos e nomes que enchem o coração. A partir destas sementes de esperança semeadas pacientemente nas periferias esquecidas do planeta, destes rebentos de ternura que lutam por subsistir na escuridão da exclusão, crescerão grandes árvores, surgirão bosques densos de esperança para oxigenar este mundo".
As três tarefas dos movimentos populares
Para esta "mudança positiva" não existe uma receita. No entanto, o Papa propôs três grandes tarefas que requerem a decisiva contribuição do conjunto dos movimentos populares: colocar a economia a serviços dos povos, unir os povos no caminho da paz e da justiça e defender a Mãe Terra.
"A economia não deveria ser um mecanismo de acumulação, mas a condigna administração da casa comum", o que implica em "cuidar adequadamente os bens entre todos", observou o Papa, explicando que uma "economia verdadeiramente comunitária, de inspiração cristã" deveria garantir aos povos dignidade, prosperidade e civilização em seus múltiplos aspectos, que além dos três "T", envolvem acesso à educação, à saúde, à inovação, às manifestações artísticas e culturais, ao esporte e à recreação:
A justa distribuição dos frutos da terra e do trabalho humano - afirmou o Pontífice - não é uma mera filantropia. É um dever moral. Para os cristãos, é um mandamento. "Trata-se de devolver aos pobres e às pessoas o que lhes pertence". Os movimento sociais, neste sentido, tem um papel essencial, não apenas exigindo e reclamando, mas criando: "Vós sois poetas sociais!". E quando o Estado e organizações assumem juntos a missão dos "3 T", ativam-se os princípios de solidariedade e subsidiariedade que permitem construir o bem comum numa democracia plena e participativa.
Perdão pelos pecados da Igreja na colonização

01/07/2015

O que falamos!

  Nesta sociedade que vivemos, as palavras já se tornaram banalizadas, e uma delas é a palavra Exclusão! Porém, quando mencionamos algo, precisamos compreender, saber sua origem e o que significa de fato. Exclusão vem do latim exclusĭo, que significa: excluir, deixar de lado, descartar, afastar- se, ignorar alguém, ou à pessoa, nós,  e no texto de Genesis Cap. 1- 26, nos fala, que Deus criou a pessoa a sua imagem e semelhança; logo, somos criaturas de Deus, devemos independente de nossas cores, jeito, poder aquisitivo, temos o direito de ser respeitado em nossa totalidade e cada vez mais, nos inserir, incluir no convívio social, porque somos criatura de Deus. 
  Não podemos ser mesquinhos e acharmos que o problema da exclusão é de hoje ou era da aquela época! Precisamos nos dar conta, que essa herança que recebemos, ainda permeia em nosso meio e que muitas vezes as pessoas injustiçadas sofrem caladamente. Por isso, precisamos ter um olhar amplo, além, por isso recordo o livro do Êxodo 22:22, 23) que fala dos órfãos, em Lc: 21 a viúva que depositou tudo o que tinha no cofre público e Mc:  5:25, que fala de uma mulher sem nome, sem definição de idade, uma mulher que marcada pelo sofrimento e desespero, uma mulher, que, a doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia. De fato, naquela época quem eram os excluíd@s: eram as mulheres, crianças e os idosos, eram eles que representavam apropriadamente os mais pobres e os injustiçados.
  
  E hoje, quem são os excluídos de nossa sociedade/igreja? Existe pessoas excluídas em nosso meio, quem são eles ou elas?
Não é por acaso que somos convidados pela igreja a refletir o tema da CF: Igreja e sociedade, precisamos dialogar, ter um olhar mais humano e lutar pela vida de nossos irmã@s, não podemos ser infantis e dizer que em nossa família, comunidade, município ou estado, não há exclusão e não podemos deixar de elencar e gritar quem são eles ou elas:
  AS MULHERES: Que sofre discriminação, violência e que a maioria delas são tratadas com um objeto, Mulheres essas que, são donas de casa, trabalhadoras, tem seu emprego, que discuti política, organiza e infelizmente na hora das decisões, são caladas, deixadas a margem da sociedade.
  As famílias atingidas pelas barragens, que foram enganadas e negados seus direitos, os sem-terra, devido a concentração em poucas mãos, o pobre padece e mendiga um pedacinho para sua sobrevivência! Os moradores de rua, diante desse clima nosso, será que eles queriam ficar dormindo nas calçadas e viadutos?  
  Os analfabetos, as pessoas simples, que não tirem oportunidade de se qualificar profissionalmente, que não tem um cargo superior, mas continua lutando para sua sobrevivência; como é nosso relacionamento, nossa acolhida, nosso respeito, será que tratamos, como tratamos e valorizamos, as vossas excelências?
E a nossa juventude/ adolescente, que hoje se discuti a redução da maioridade penal, porque não discutir políticas públicas, porque não gastar energias buscando alternativas, que as punições, as cadeias sejam para eles que são aliciadores de menores, que roubam o estado e que são cúmplice desse sistema. Nossa juventude esta desemprega, cheio de tatuagem, perchem, tem seu jeito, mas logo rotulamos, e fazemos várias interpretações deles. Criticamos dizemos que são baderneiros, irresponsável, aí me pergunto quantas vezes eu parei para conversar com eles, como eu acolho, que oportunidade proporcionamos, quais são as minhas lutas que eu faço a favor de nossa juventude?
Enfim, que pais é esse!  Que mundo eu estou vivendo e como eu estou construindo para que seja mais humano?
 O Papa Francisco, nos provoca a ser diferente, a dialogar, acolher e ser um a igreja em saída: que vá ao encontro das pessoas excluídas, marginalizadas, que estão à beira da sociedade. Sociedade essa que é a igreja e igreja que é sociedade, então somos responsáveis pela vida, como nos afirma o evangelho de Jo. 10-10 Eu vim para que todos tenham vida... É este  o projeto de Deus a “VIDA”, a  luta em defesa da vida.
  Que São Francisco e Santa Clara, nos ajude a ser construtores da paz, do amor e da luta pela vida.   Que continuemos na luta em  construção de uma sociedade mais justa e fraterna, que valorizemos todas as manifestações de vida e continuemos na luta por voz, vez, pois somos criaturas divinas e merecedor@s de viver na dignidade
Ir. Iandra J. Conrado


10/06/2015

Mulheres com familiares desaparecidos sofrem ainda mais a opressão de gênero

Na condição de esposas, mães, irmãs e filhas de pessoas desaparecidas, mulheres de várias partes do mundo não apenas sofrem um caminho acidentado em busca de resoluções para os casos e soluções para encontrarem um parente. Situações geradas pelas desigualdades de gênero impõem a elas uma série de penalidades extras. A conclusão é apontada em uma recente pesquisa realizada pelo Centro Internacional para a Justiça Transicional (ICTJ), que atua em mais de 30 países, apoiando necessidades locais e promovendo o intercâmbio de experiências. Na América Latina, a situação é particularmente preocupante na Colômbia, cujo conflito armado interno já dura mais de 50 anos. No México e América Central, os desaparecimentos forçados também são frequentes tendo em vista a guerra contra o narcotráfico e o deslocamento de migrantes rumo aos Estados Unidos.
Na América Central, mulheres lutam na busca de parentes que desapareceram durante migração para os Estados Unidos. 

24/05/2015

Encontro da Região pastoral de Campo Belo Sul

Os jovens têm que sair e se fazer valer, sair a lutar pelos seus valores.
Papa Francisco
Encontro da Região pastoral de Campo Belo Sul, onde tivemos, representantes jovens, das paróquias: Campo belo do Sul, Anita Garibaldi e São José do Cerrito. Foi um momento muito produtivo de partilha, reflexão e celebrativa. Parabéns as pessoas envolvidas, que apoiam e enviaram a juventude para este momento, em pré - preparação para assembleia Diocesana.

21/05/2015

Encontro da Pastoral da Saúde em Lages- SC

No dia vinte e um (21) de maio, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, Diocese de Lages, se realiza mais encontro de formação da pastoral da saúde, com o tema: Alimentação Saudável. Se fizeram presentes vários agentes, que o representaram as 16 paroquias. E tivemos como facilitadora a Clarinda Luz Dorigon de Erval do Oeste - SC.
                    Ir. terezinha Menegatt

19/05/2015

Regional Sul

No dia 17 de maio, na casa de formação ir. Jandira Betoni, bairro São Judas, as Irmãs Franciscanas do Apostolado Paroquial, regional Sul, se encontraram para celebrar, partilhar e refletir o documento da igreja –Perscrutai. Foi um momento, enriquecedor e de grande desafio neste mundo que vivemos.
Que a Divina Ruah, no ilumine e permaneça conosco neste processo de abertura, de escuta, de sinais dos tempos, e que nossa caminhada em preparação ao ano capitular, seja fecunda no espirito de Deus.
Paz e Bem!


05/05/2015

Igreja abre processo de beatificação de dom Hélder Câmara

  Na ocasião, criou-se  um tribunal religioso, constituído  de cinco membros, entre eles, dois cononistas (um juiz delegado e outro promotor de justiça), um notário adjunto e cursor, os quais fizeram os devidos  juramentos durante a missa.  “Hoje é para todos nós um dia de muita alegria. Estamos na páscoa, que é tempo de alegria por excelência, mas a páscoa será diferente este ano porque iniciamos oficialmente o processo de beatificação e canonização de dom Hélder”,  expressou em seu juramento, o arcebispo de Olinda  e Recife, dom Fernando Saburido.

Este tribunal terá como missão escutar as testemunhas oculares de dom Elder, pessoas que conviveram mais de perto com ele. Elas se encontram, sobretudo, no Rio  de Janeiro e Pernambuco. Segundo dom Saburido, a primeira testemunha a dar depoimento será o arcebispo emérito da Paraíba, dom José Maria Pires, companheiro de caminhada do futuro beato, durante o seu arcebispado.
Dom Fernando acrescenta ainda que,  “agora vamos ter mais facilidade para arrebanhar toda essa riqueza que existe por aí a respeito de dom Hélder. Os próprios escritos de dom Hélder são um tesouro. São as cartas conciliais que ele escreveu durante as vigílias noturnas. Já são 13 volumes. É um material muito bom que vai ser utilizado nesse processo”.
O pedido de abertura do processo de beatificação de dom Hélder foi concluído em maio de 2014. O prefeito da Congregação para a causa dos Santos, cardeal Angelo Amato declarou aprovação em fevereiro de 2015. 
Sobre dom Hélder
Hélder é o décimo primeiro filho de João Eduardo Torres Câmara Filho, jornalista, crítico teatral e